Alamanaqueiras: ou não queiras.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

contribuindo com a previdência em tempos temerosos...

   
Luiz Antonio Simas

Para concluir o tema "previdência social", comunico que fiz os cálculos e me aposentarei aos 76 anos (quem mandou resolver cometer a loucura de estudar e trabalhar com pesquisa, vivendo com bolsas durante certo tempo?). A média de idade no Brasil é de 75,5. Se tudo correr normalmente, ou caio na compulsória ou morrerei faltando apenas alguns meses para me aposentar. Tá bacana. Para diminuir o impacto disso, tenho já duas propostas para encaminhar aos responsáveis pela reforma, com o intuito de colaborar com a redução do rombo da previdência:

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1- Que tal passarmos a contar o tempo de contribuição que falta por Copas do Mundo? Fica mais brasileiro e ameniza o impacto emocional do sujeito ter que dizer que precisa trabalhar mais vinte e tantos anos. Eu ainda tenho que trabalhar, por exemplo, sete copas. As conversas, com essa simples iniciativa, ficarão até mais amenas. Exemplo: e aí, quantas copas? - dez; e você? Rá! Oito!

2- Os locais de trabalho poderiam criar ambientes para velórios. Isso vai, certamente, contribuir do ponto de vista emocional para a naturalização da morte durante o dia de trabalho. O sujeito cai duro no escritório, ou na fábrica, e já é encaminhado para o "espaço despedida", climatizado, com música ambiente, tv com canais a cabo, wi-fi liberado... Morrer no trabalho vai ser tão comum quanto tomar um café. Naturalizar isso contribuirá para o bom funcionamento das empresas.

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