O senador Fernando Collor de Melo (PTC-AL) durante sessão para votar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, em Brasília (DF) - 11/05/2016 (VEJA.com/Reuters)
Se Fernando Collor gastasse os recursos do Senado, como faz, e produzisse, já haveria gente questionando o custo-benefício para o erário.
Mas Collor torrou à vontade, sem dizer ao que veio. Pelo menos em 2016.
Embora mantenha 79 pessoas lotadas em seu gabinete – a maioria dos senadores tem entre 25 e 50 funcionários – o histórico ex-presidente não apresentou um projeto de lei sequer durante o ano passado.

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