Na busca de um passado
revirei os teus armários
e num sonho infinito
te vi no tempo a galopar
Em meio a nuvens, neblinas...
olhei pra ti cidadela
modéstia, mudaste de luz
parece não ser mais a mesma
Os dias de trás passaram
a vida segue frenética
nas lembranças sucumbidas
tuas calçadas mofaram
Quisera as gerações
inversamente opostas
na linha do seu tempo
povoasse os seus becos
minguasse suas fachadas
Sobre risos e poesias
falassem de sua história
cuidasse sempre de ti
amasse os seus poetas
por que a vida passa...
tudo passa,
tudo passa,
e atrás segue o tempo
pois de nada
é para sempre.
Post.by Francisco Cleudimar F. de Lira: cajazeirasdeamor


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