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quarta-feira, 8 de março de 2017

são tantas coisinhas miúdas...

Ministros do TSE sinalizam que não há elementos para tornar Dilma inelegível

Mônica Bergamo


Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) têm dado sinais de que os dados disponíveis até agora no processo que investiga abuso de poder pela chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, em 2014, não obrigam a corte a declarar a inelegibilidade da ex-presidente. Já a situação de Temer seria mais delicada.

BEM LONGE

Por esse raciocínio, basta a comprovação da existência de caixa dois em uma campanha para o eleito ser cassado do mandato que ocupa. Como Dilma já foi afastada, só Temer poderia sofrer a pena. Daí a defesa que os apoiadores do presidente fazem de que as contas da campanha eram separadas e assim devem ser julgadas.

DIRETO

Já a condenação à inelegibilidade, que pode afetar Dilma, só poderia ocorrer caso se comprovasse que ela tinha conhecimento do caixa dois na época da campanha. Nenhum delator afirmou até agora que Dilma participou de tratativas de contribuições ilegais à campanha.

DATA VENIA

Essa tese, à qual o ministro Herman Benjamin, relator do processo, dá sinais de que pode se associar, não é unânime no tribunal.

LEITURA

Dias antes de o Comas (Conselho Municipal de Assistência Social) barrar o Criança Feliz na cidade de São Paulo, o Coletivo de Servidores Públicos Municipais em Defesa do Suas (Sistema Único de Assistência Social) circulou um manifesto pedindo ao órgão que rejeitasse a adesão ao programa. Segundo a carta, o projeto do governo federal "carrega o preconceito de que famílias pobres não sabem cuidar de suas crianças".

LEITURA 2

O grupo de servidores criticou ainda o "retorno do primeiro-damismo", já que Marcela Temer é embaixadora do programa, "num sinal de gigantesco retrocesso" nas políticas sociais. E apontou problemas orçamentários na proposta.

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