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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

surpresa, baby?! ok, vocês venceram: batata frita!

STF tem que discutir prisões que Moro determinou, diz Gilmar Mendes

Pedro Ladeira-19.dez.2016/Folhapress
BRASILIA, DF, BRASIL, 19-12-2016, 18h00: Coletiva de imprensa do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes para falar do balanço da justiça eleitoral no ano. Ele estava acompanhado do secretário de fazenda Jorge Rachid, que falou da parceria com o TSE no cruzamento de dados de doadores eleitorais para ajudar na identificação de fraudes. Na sede do TSE. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)
O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em entrevista
Na primeira sessão de um caso da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal) sem o ministro Teori Zavascki, o ministro Gilmar Mendes disse que a corte precisa discutir o tempo das prisões determinadas no Paraná.

"Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre este tema que conflita com a jurisprudência que desenvolvemos ao longo desses anos", disse Gilmar Mendes nesta terça (7) durante a primeira sessão de 2017 da Segunda Turma do STF, colegiado que julga os casos da Lava Jato.

Foi a primeira sessão de Fachin como relator da Lava Jato no STF, em substituição a Teori Zavascki, morto em acidente aéreo no dia 19 de janeiro.
Gilmar Mendes e os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Melo seguiram o voto do relator da Lava Jato e decidiram manter preso João Carlos Genu. Ele está preso desde maio no Paraná por determinação do juiz Sergio Moro.
Antigo assessor do ex-deputado federal José Janene (PP), que morreu em 2010, Genu foi condenado em dezembro a oito anos e oito meses de prisão por 11 crimes corrupção passiva e associação criminosa na Lava Jato.

NOVO MINISTRO

Antes da sessão, o ministro Gilmar Mendes comentou a nomeação de Alexandre de Moraes para a vaga de Teori. Segundo Mendes, Moraes é qualificado para o cargo na Corte. Ele foi indicado pelo presidente Michel Temer nesta segunda (6) para a vaga remanescente no tribunal.

"[Ele terá] Uma boa atuação, sem dúvida nenhuma. Uma pessoa qualificada, experiente, dedicada, e acho que vai ter uma boa atuação aqui no Supremo", disse Gilmar.

"O Supremo é um tribunal político no sentido de que ele mede seus poderes e os poderes dos outros Poderes", afirmou.

O ministro Marco Aurélio Mello também elogiou Alexandre de Moraes. Disse que assumir uma cadeira no STF não tem vinculação partidária. "É difícil dizer como ele será com a capa sobre os ombros", disse marco Aurélio.

Mais cedo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot evitou comentar o assunto: "Não achei nada".

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