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sexta-feira, 12 de maio de 2017

coisinhas pequenas...

Governo exaltará primeiro ano de Temer golpista em propaganda, mas não vai exibir o presidente 

Painel da Folha

Sujeito oculto 

Para marcar o primeiro ano de Michel Temer no Planalto, o governo produziu um comercial de 60 segundos para a TV. O filme mostra sua gestão como um caminho para colocar o país nos trilhos, destaca a luta pela aprovação das reformas e pede otimismo e confiança. O presidente, porém, não aparece na peça. Ele e outros políticos foram deixados de fora, medida para tempos de rejeição e panelaços. A publicidade é calçada na fala de um narrador e imagens de gente comum.

Pressão 

O presidente do PMDB, Romero Jucá (RR), quer marcar para a próxima semana reunião da executiva do partido para fechar questão em relação à reforma da Previdência.

Venham 

A medida é o primeiro passo da articulação do governo para que as principais siglas da base aliada, como PSDB e DEM, anunciem juntas uma determinação formal de voto a favor das novas regras de aposentadoria.

Guilhotina 

A questão é controversa no PMDB, que não tem tradição de determinar o voto de seus filiados. O código de ética do partido prevê a expulsão de desobedientes nesses casos.

De mãos dadas 

Sindicatos de trabalhadores e da indústria se uniram para mitigar as chances de haver corte de verbas em suas categorias. Juntos, vão pressionar Temer a criar compensação ao fim do imposto sindical. Também querem garantia de que a contribuição ao Sistema S será mantida pelo Congresso.

Não foi por mal

Parte do tucanato avaliou que colocar o prefeito João Doria no programa do PSDB, exibido nesta quinta (11), seria antecipar o lançamento de sua candidatura ao Planalto em 2018.

Nem aí 

Na outra ponta, aliados de Doria dizem que ele não fez movimento para participar. Há avaliação de que não seria bom aparecer ao lado de nomes do partido envolvidos na Lava Jato.

À mesa

Lula convidou João Pedro Stédile, coordenador do MST, para almoçar em sua casa nesta quinta (11), para agradecer a mobilização do movimento em Curitiba.

De volta 

A avaliação de petistas é que os movimentos de esquerda começam a se reaproximar em nome da defesa de Lula e também por união contra as reformas propostas por Michel Temer.

Confusão postal

Por dois anos e meio, o ministro Herman Benjamin, do TSE e do STJ, foi titular de dois imóveis funcionais em Brasília: um apartamento cedido pelo Senado e uma casa do Superior Tribunal de Justiça.

Carteiro 1 

Relator da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, Benjamin ocupa há mais de dez anos o imóvel do Senado, mas foi oficialmente informado de que o STJ havia conseguido uma propriedade para ele em outubro de 2014.

Carteiro 2 

Ainda assim, ficou no apartamento do Senado. A Secretaria de Comunicação do STJ diz que a residência da corte precisava passar por obras estruturais. Tudo só ficou pronto em março deste ano. O ministro se mudará em breve. A reforma custou R$ 272,7 mil.

Climão 

O juiz Sergio Moro participa neste sábado (12), em Londres, de debate sobre a democracia e a Justiça no Brasil. O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, citado na Lava Jato, dividirá a mesa com o magistrado.

Visitas à Folha 

Roberto Jaguaribe, presidente da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), visitou a Folha nesta quinta-feira (11), a convite do jornal, onde foi recebido em almoço. Estava acompanhado de Carlos Villanova, gerente de marketing e comunicação.

Ricardo Tripoli (SP), líder do PSDB na Câmara dos Deputados, visitou a Folha nesta quinta (11). Estava acompanhado de Felipe Cabral, assessor de comunicação.

TIROTEIO

Ao recriminar Moro pela divulgação ilegal de conversas, Lula falou em nome de todos que foram vítimas de vazamentos na Lava Jato.

DO CRIMINALISTA ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA CASTRO, o Kakay, sobre o petista ter reclamado da quebra de sigilo de conversas de Marisa Letícia.

CONTRAPONTO

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deixava a Casa na quarta-feira (10), quando foi abordado por um rapaz. Sem muita cerimônia e demonstrando conhecer os gostos do político, o jovem o questionou:

— Presidente, o que é mais fácil: o Botafogo ganhar ou a Câmara aprovar a reforma da Previdência?

Maia, que é torcedor fanático do time alvinegro a ponto de “Botafogo” ser seu apelido na famosa lista da Odebrecht, pensou um pouco e respondeu:

— Aprovar a Previdência!

O Botafogo busca sua classificação para as oitavas de final da Libertadores.

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