Alamanaqueiras: ou não queiras.

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

não achando pouco, querem nos fazer acreditar em mais essa aquarela de cores perfumadas. vai ficar tudo como está no 'quarté' militar.

TSE vai ouvir Marcelo Odebrecht em ação que pode cassar Temer

Felipe Amorim

Do UOL, em Brasília
  • Eduardo Anizelli - 1º.jan.2015/Folhapress
    A presidente da República reeleita Dilma Rousseff ao lado do vice-presidente Michel Temer (PMDB), durante cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, em Brasília em janeiro de 2015
    A presidente da República reeleita Dilma Rousseff ao lado do vice-presidente Michel Temer (PMDB), durante cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, em Brasília em janeiro de 2015
O relator no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) da ação que pede a cassação da chapa Dilma/Temer, o ministro Herman Benjamim, marcou para o dia 1º de março o depoimento de Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora, e dos ex-executivos da empreiteira Cláudio Melo Filho e Alexandrino de Salles Ramos.
Os depoimentos ocorrerão em Curitiba, onde Marcelo está preso.
Em sua decisão, Benjamim afirma que deseja apurar se há nas delações premiadas da Odebrecht informações relativas à campanha de 2014.
"Por tais razões, diante de indicativos extraídos da mídia escrita sobre a recente homologação da colaboração premiada de 77 (setenta e sete) executivos da empresa Odebrecht, no âmbito da denominada Operação Lava Jato, e de que houve depoimentos relacionados à campanha eleitoral da chapa Dilma-Temer em 2014, determino a oitiva das testemunhas", diz trecho do despacho do ministro.
Em seu acordo de colaboração, Cláudio Melo Filho afirmou que Michel Temer acertou com a empreiteira, durante jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, o pagamento de R$ 10 milhões ao PMDB.
Temer tem negado qualquer irregularidade em doações feitas ao partido.
Ainda segundo Benjamim, o depoimento do dono e dos ex-executivos da empreiteira foi autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo.
Os 77 depoimentos de executivos e ex-executivos da Odebrecht foram homologados no final de janeiro pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. As delações ainda permanecem sob sigilo.
A ação contra a chapa presidencial que reelegeu Dilma Rousseff e Michel Temer, como vice-presidente, foi movida pelo PSDB. O partido acusa a campanha adversária de ter cometido abuso de poder político e econômico.

Gráficas envolvidas

Na última quarta-feira, foram ouvidas testemunhas da ação no TSE ligadas à gráficas contratadas pela campanha de Dilma. A suspeita é de que as empresas não tenham prestado parte dos serviços pelos quais foram pagas.
Os advogados no TSE do presidente Michel Temer, Gustavo Bonini Guedes, e da ex-presidente Dilma Rousseff, Flávio Caetano, negaram as irregularidades apontadas na ação e defenderam que os depoimentos ajudaram a esclarecer a execução dos serviços.

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