
Wilson Gomes
Começou, enfim, o primeiro ato da peça em que se representam eventos sucedidos em março de 44 a.C. Dilma, no papel de Júlio, será apunhalada pelo Senado, como manda o roteiro. Com a saída de Marta, coube a Cristóvam o papel de Brutus.

Hegel ( a cara de Lewandowski)
Mas o principal traidor, que não fazia parte da narrativa original, faz festa no Palácio enquanto as camareiras lhe ajustam a faixa.
Não, não haverá a parte de Marco Antonio nem a revolta da turba. Esses papéis foram cortados por falta de atores interessados. Normal.

Já pedalavam como comunistas (Max e Engels)
Quando a história se repete, é sempre como farsa, já dizia Hegel. Ou terá sido Engels?
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