Nenen de Eudes arranjou uma desculpa para lembrar passos do passado, em Cajazeiras: encontrou tanajuras!
Estava praticando a minha sagrada caminhada, no final da tarde de ontem, quando me deparei com um fenômeno por demais conhecido em nossa cidade: uma revoada de tanajuras.
Nossa! Não tive como evitar. Fui imediatamente abduzido por uma nostálgica máquina do tempo que me transportou de volta ao passado. Fui conduzido, recambiado para a minha feia, desprezada, abandonada, porém amada, Praça João Pessoa. Não tem jeito. Fui me lembrar do tempo em que as tanajuras faziam a festa da molecada. Como não tínhamos ipods, ipads, nem mobiletes (coisa de ricos), nos divertíamos com as tanajuras. Saíamos à cata das que apresentassem a porção dorsal traseira mais avantajada. Enchíamos caixas de papelão delas, depois era escolhido vencedor aquele que apresentasse a tanajura mais protuberante. Falavam também que a bunda da tanajura servia de atrativo culinário. Uma ‘passoquinha’ de tanajura era um prato divino, dizia-se. Entretanto, esse prato por demais exótico nunca atiçou o meu nobre paladar.
Lembro-me ainda, vejam vocês, que um pagodeiro tentou associar a bunda da tanajura à porção musculosa traseira feminina:
“Tana, tanajura, jura que me ama
Vem cá e beija minha boca
Menina tanajura, jura que nasceu pra mim”.
Claro que tanto a rima quanto a carreira ‘pagodística’ não prosperou. O Paula, que não tem nenhum parentesco com o Benito, terminou se transformando num político. Ufa! Para o bem de todos e felicidade geral dos ouvidos.
Prefiro a nossa cantiga:
“cai, cai tanajura
na panela de gordura”
É isso. Não tem jeito! Como diz o meu querido amigo Bira di Assis: “tudo é motivo para se lembrar de Carrazeiras”.
Em 28/10/2011
Eriston Cartaxo para os Setecandeeiroscaja
Lembro-me ainda, vejam vocês, que um pagodeiro tentou associar a bunda da tanajura à porção musculosa traseira feminina:
“Tana, tanajura, jura que me ama
Vem cá e beija minha boca
Menina tanajura, jura que nasceu pra mim”.
Claro que tanto a rima quanto a carreira ‘pagodística’ não prosperou. O Paula, que não tem nenhum parentesco com o Benito, terminou se transformando num político. Ufa! Para o bem de todos e felicidade geral dos ouvidos.
Prefiro a nossa cantiga:
“cai, cai tanajura
na panela de gordura”
É isso. Não tem jeito! Como diz o meu querido amigo Bira di Assis: “tudo é motivo para se lembrar de Carrazeiras”.
Em 28/10/2011
Eriston Cartaxo para os Setecandeeiroscaja


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ResponderExcluirPois é amigo,com seu texto tambem viajei,,,,,,,,,,,,,,
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