Almanaqueiras: ou não queiras.

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domingo, 1 de dezembro de 2013

Um crime bárbaro, jamais esclarecido.

Jornalista relata o caso da menina violentada e assassinada em 1973

Aracelli, meu Amor


O corpo de Aracelli Cabrera Sanches Crespo, uma menina de oito anos, foi encontrado nos fundos do Hospital Infantil de Vitória. Assassinada em 18 de maio de 1973, com marcas de abuso sexual, o caso é um dos grandes mistérios da polícia brasileira.


Em "Aracelli, meu Amor", o jornalista José Louzeiro relata o assassinato que comoveu o Brasil. A garota foi desfigurada com ácido para dificultar a identificação e abandonada no terreno baldio.


Entre os envolvidos, estavam membros de famílias influentes no Espírito Santo. Pelo menos outras duas pessoas morreram por denunciar os criminosos. Eles nunca foram punidos.


Louzeiro, autor de mais de 50 títulos e dez roteiros para o cinema --entre eles "Pixote" e "Lúcio Flávio"--, foi repórter policial por mais de 20 anos. O livro, publicado originalmente na década de 1980, ganha nova edição pela editora Prumo.


A data da morte da menina do Espírito Santo foi transformada no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes pelo Congresso Nacional.

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