Alamanaqueiras: ou não queiras.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

"Se Crivella vencer no Rio teremos uma rara candidatura eleita em guerra com os Marinho. Mas, ao contrário de Brizola, esse não será um fato a ser comemorado."

        
Luiz Carlos De Oliveira e Silva

MIDIA E PODER

1. Mais uma vez Globo e Veja dão mostras de uma inaceitável intromissão no jogo eleitoral.

2. Eles atuam como partidos mas não são partidos, porque não estão expostos ao contraditório, como os verdadeiros partidos estão.

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3. Atuam como partidos mas não se expõe ao contraditório porque estão "protegidos" pelo oligopólio da propriedade dos meios de comunicação.

4. São covardes: batem por saber que os adversários não têm como se defender à altura.

5. Isto é inaceitável. Ou há democracia ou há oligopólio da mídia.

6. O PT, medrosamente, não quis mexer neste vespeiro, e deu no que deu.

7. A nova esquerda tem que necessariamente ter como uma de suas bandeiras centrais a quebra do oligopólio da mídia, junto com o combate ao rentismo. Caso contrário, nada feito...

8. Desta vez, Globo e Veja entraram no jogo para impedir que o representante da Record ganhe a eleição.

9. Acham que é mais fácil destruir Freixo no poder do que Crivella. A respeito disto, Gustavo Gindre escreveu: "Se Crivella vencer no Rio teremos uma rara candidatura eleita em guerra com os Marinho. Mas, ao contrário de Brizola, esse não será um fato a ser comemorado."

10. Isto mesmo: a Globo pode ser derrotada. E nada teremos a comemorar... Mais uma prova de que a esquerda vive um momento difícil. Momento de reconstrução de forças...

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